ReePrime
Rap de Improviso no programa Os Donos da Bola - Fabio Brazza

Hosted by Dailymotion. For legal issues report at the Copyright Center, report us on DMC, or use the Instant Removal tool.

Rap de Improviso no programa Os Donos da Bola - Fabio Brazza

F
Fabio Brazza

22 Views • May 15, 2018

Description

Baixe o Aplicativo com todos os vídeos:
Iphone: http://tinyurl.com/o8xkepr
Android: http://tinyurl.com/ktz7g3p
Baixe meu CD de graça:
http://www.fabiobrazza.com/
Se inscreva no meu canal:
http://tinyurl.com/k58py96
Curta: https://www.facebook.com/FabioBrazza
Instagram: @fabiobrazza
Twitter:https://twitter.com/fabiobrazza

Fabio Brazza faz hip-hop popular brasileiro. Samba e rap numa fusão perfeita com as melhores letras do rap nacional da atualidade, crítica social, ritmo e poesia enchendo os olhos e o coração. Mas é no palco que Brazza se agiganta com uma performance de deixar veteranos do gênero boquiabertos! Improviso e freestyle impecáveis que levou o site americano Wondering Sound a coloca-lo na lista dos 10 artistas que estão reinventando a música brasileira.

Rap de Improviso no programa Os Donos da Bola - Fabio Brazza

Fabio Brazza – Filho da Pátria

Lá pelos 16 anos, Fábio Azeredo gostava mesmo de jogar futebol (era do Palmeiras) e ouvir samba. Seu avô, Ronaldo Azeredo, um dos maiores expoentes da poesia concreta do país, percebendo o gosto musical do neto o chamou de canto e falou: “Você gosta de samba? Então vai escutar samba de verdade”. E colocou de Noel Rosa a Cartola para o garoto entender na prática. Se isso mudou a vida de Fábio (agora) Brazza? Basta ouvir  “Filho da Pátria”, disco que lança em versão digital, onde mergulha no rap com altas doses de samba e outras vertentes brasileiras, produzido por Rick Dub, Lua Lafaiette, Marcelo Calbucci e Blood ZNO.
Todo o trabalho foi concebido enquanto Fábio morava nos Estados Unidos. Daí ser tão calcado na linguagem universal do rap e daí ter tanta nostalgia brasileira em forma de ritmos e poesia.
Exala a transgressão do garoto que estudou Ciências Sociais na Puc, em São Paulo, e que aos 11 anos conheceu o mundo do rap, da estação São Bento, por Mano Brown, à praia, por Gabriel o Pensador. Remete à primeira experiência que Fábio teve propriamente na música, quando aos 19 anos foi conhecer a tal batalha de rimas, na estação Santa Cruz, em São Paulo, e saiu de lá campeão da modalidade. E alcança o período em que viveu nos Estados Unidos, suportado por uma bolsa de estudos e os gols que marcou pela Universidade Wingate, na Carolina do Norte.
No estúdio, fez valer todo background artístico e de vida. Tanto é que abre o trabalho com a música que dá título ao disco, “Filho da Pátria”, onde promove uma ode ao país em que nasceu.
Parte para a rima e poesia pura em “Sem Moda, Sem Medo”, e alcança o que considera a honra maior do trabalho de estréia com “Time to Love” e a participação de um de seus ídolos de infância, o rapper norte-americano Chali 2na, do grupo Jurassic Five. Com direito a videoclipe gravado na Ásia e no Capão Redondo.
O samba engole o disco nas seguintes, “Samba de Rap” e “Ninguém pode parar”. Fala e canta com propriedade de boleiro em “Maria Chuteira” e presta tributo a outro ícone, o lutador Anderson Silva, na música que leva o nome do ídolo do MMA e que o próprio endossa ao postar em suas redes sociais.
Presta mais homenagens em “Meus Heróis”, onde desfila o séquito de influências, e chegamos à emblemática “Acorda”. A canção foi composta na viagem de volta que fez ao Camboja, onde prestou trabalho voluntário. Pouco antes soubera da situação brasileira de revolta da população e crescimento de manifestações, fez a letra no avião e no dia seguinte estava em estúdio gravando.
Na reta final ainda temos a jazzística “História de Cinema” e a soul funkeada “Desde Muito Tempo Atrás”. Não finaliza sem mais tributo, desta vez à mãe, em...”Mãe”. Que qual ciclo morde o próprio rabo e remete a “Filho da Pátria”. Tu és, Fabio Brazza.